sábado, 11 de dezembro de 2010



- Eu não sei como fazer isso. Não sei falar de sentimentos, não sei se devo ou posso. Só sei que estou aqui, parada, em frente a você, tentando lhe falar o que eu ando sentindo. Meus pensamentos estão confusos,  minhas mãos suam, meu corpo clama por um único calor. É, acho que o meu coração anda te querendo.

                                                                                              (Andressa da Mata)    

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


      Não estou a procura do príncipe. Sou princesa diferente, gosto mesmo é do vilão.
                                                                                 (Andressa da Mata)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


A não. Não venha bancar o arrependido, não cabe arrependimentos nessa altura do campeonato. Bebi saudade pura por milhares de dias, não quero sentir esse doce amargo de novo. Não mesmo.

                                                                                      (Andressa da Mata)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010



" Tente. Sei lá, tem sempre um pôr-do-sol esperando para ser visto, uma árvore, um pássaro, um rio, uma nuvem. Pelo menos sorria, procure sentir amor. Imagine. Invente. Sonhe. Voe. Se a realidade te alimenta com merda, meu irmão, a mente pode te alimentar com flores."

                                                                                (Caio Fernando  Abreu)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010


Se for pra me dar amor , que seja inteiro.Não preciso de migalhas de sentimentos.

                                                        (Andressa da Mata)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010


Me faltam as palavras, mais os sentimentos são os mesmos.

Hoje as palavras me falham,hoje elas não vieram.Mas meus sentimentos eles continuam intactos, embora  me falte a capacidade de traduzir tudo em palavras.

                                         (Andressa da Mata)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010


Não estou aqui pra declarar de como a minha vidinha é fútil e sem graça. E muito menos falar que ela é um pais das maravilhas. Não vou escrever nesse espaço que insisto em dizer que é meu, meus grandes defeitos e tão pouco os meus pequenos defeitos. Ah também não, não citarei 'elas', as minhas qualidades. Deixarei em off (pelo menos nesse post) a minhas dores, e que sim, só eu sei quais são. Minhas alegrias também estarão livres desse universo do qual criei pra mim que, todo dia desejo mudança. Precisa mudar.
Não falarei de política e nem de cidadãos burros. Não irei citar como acabou a novela das 8:00. Desigualdade social nem pensar. Não te direi o que me agrada e o que não me agrada. Não vou te incomodar dizendo que cansei da minha vida, e que na verdade nunca fiz nada pra me cansar de verdade. Não vou me queixar desse meu amor platônico e muito menos da sociedade podres de alma. E que sinceramente não odeio tanto os meus "inimigos", quanto eu falo que odeio.
Não vou te aconselhar que não use drogas e muito menos falar que roubar é feio (deixando bem claro, não é que eu queira que tu faças tudo isso). Não irei falar que funk é vulgar, e não julgarei o livro pela capa.Não vou comentar de como fulano estava ou deixa de estar. E que na verdade, o que eu queria falar era apenas silencio.


                              (Andressa da Mata)