(Andressa da Mata)
E as minhas piores dores são as palavras que não posso dizer.
sábado, 11 de dezembro de 2010
(Andressa da Mata)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Não estou aqui pra declarar de como a minha vidinha é fútil e sem graça. E muito menos falar que ela é um pais das maravilhas. Não vou escrever nesse espaço que insisto em dizer que é meu, meus grandes defeitos e tão pouco os meus pequenos defeitos. Ah também não, não citarei 'elas', as minhas qualidades. Deixarei em off (pelo menos nesse post) a minhas dores, e que sim, só eu sei quais são. Minhas alegrias também estarão livres desse universo do qual criei pra mim que, todo dia desejo mudança. Precisa mudar.
Não falarei de política e nem de cidadãos burros. Não irei citar como acabou a novela das 8:00. Desigualdade social nem pensar. Não te direi o que me agrada e o que não me agrada. Não vou te incomodar dizendo que cansei da minha vida, e que na verdade nunca fiz nada pra me cansar de verdade. Não vou me queixar desse meu amor platônico e muito menos da sociedade podres de alma. E que sinceramente não odeio tanto os meus "inimigos", quanto eu falo que odeio.
Não vou te aconselhar que não use drogas e muito menos falar que roubar é feio (deixando bem claro, não é que eu queira que tu faças tudo isso). Não irei falar que funk é vulgar, e não julgarei o livro pela capa.Não vou comentar de como fulano estava ou deixa de estar. E que na verdade, o que eu queria falar era apenas silencio.
(Andressa da Mata)
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