terça-feira, 20 de setembro de 2011



Mas eu sinto que… as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertecendo. Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo.

                                                                                    (Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011



Sim. Decidi. Vou voltar a ser feliz. Bom, vou fazer de tudo para voltar a ser feliz. É o que eu quero. Não vou me afundar. Não vou. Prometo que não vou desistir assim tão fácil, nunca mais. Deus vai me ajudar, eu sei que sim. Só peço força e fé, é o que eu tô pedindo de agora em diante. Agora vai dar certo, eu nasci para dar certo.  "Força e fé, repete comigo: dai-me força e dai-me fé, dai-me luz", e que venham em abundância !        

terça-feira, 13 de setembro de 2011



Estou precisando de férias. Sabe aquele STOP que tu precisa dar para re-viver? Então, é disto que estou necessitando. Minha duvida de que estou ficando maluca cada dia se autoafirma, minhas vontades, desejos e sentimentos sempre vindo á tona ... sempre a flor da pele. Tô querendo me afastar de tudo E todos. Quero me conhecer melhor, me entende? Ano passado (2010) costumo a dizer que foi o ano em que conheci a tristeza, mas de certo modo, visto de uma visão mais ampliada, foi um ano de reflexão e ACEITAÇÃO. E sim, eu diria que sim, ano passado eu aceitava exatamente o que eu era, que agora não sou mais. Eu já fui feliz, extremamente feliz. Não posso viver nesta situação, eu mesma me castigo esmago, uma espécie de masoquismo. Vou aprender a me polpar de certas coisas, aprender a me polpar de mim mesma. "Preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem." já dizia Caio. Tô tentando ficar bem.                  

terça-feira, 30 de agosto de 2011



Voltei à escrever. Estava eu, um tempo, em anestesia. Não sentindo muito, entende? Não sentindo as dores e as delicias que me vinham, por que exatamente não me vinham. Porque os dias passaram frivolamente, e os pensamentos adormeceram e o coração ficou fechado; apertado. Por um tempo as pessoas não me rasgaram, pois coração blindado não entra nada. Porque foi o declínio de tudo o que eu sentia, de todo o meu amor e paz que tinha. E cá estou eu, voltando a realidade, e com os sentimentos a flor da pele.       

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Não sei lidar com as pessoas. Até tento, mas definitivamente não consigo. Me desgasta, me da preguiça, não quero desperdiçar meus únicos neurônios com pessoas que não merece. As vezes, eu paro e fico a pensar que, a sorte das pessoas é que eu não tenho um revolver, caso contrario, muita gente morreria. Depois volto atrás e repenso, "Não, nada disso. Tem gente que não vale um tiro na cara!".  

domingo, 21 de agosto de 2011



Ando paranoica ultimamente. Intensas são as alegrias e as infelicidades que ando sentindo, principalmente as infelicidades. Meu Deus, vou até o auge do meu próprio poço, logo em seguida vejo flores e agradeço o quão bonito é o mundo e que as pessoas tem algo bom em suas almas. "Não, não é bem isso" penso, depois de cair frivolamente na cova que preparei para mim mesma, ai eu chingo, grito, e jogo na cara o quanto o mundo é injusto, o quanto as pessoas me rasga. E depois se inicia o mesmo ciclo, a ápice de todos o meus sentimentos. Estou em crise. 


domingo, 14 de agosto de 2011



Me ausentei por um tempo. Fuji daqui, fuji da li. Talvez, fuji de mim.