terça-feira, 30 de agosto de 2011



Voltei à escrever. Estava eu, um tempo, em anestesia. Não sentindo muito, entende? Não sentindo as dores e as delicias que me vinham, por que exatamente não me vinham. Porque os dias passaram frivolamente, e os pensamentos adormeceram e o coração ficou fechado; apertado. Por um tempo as pessoas não me rasgaram, pois coração blindado não entra nada. Porque foi o declínio de tudo o que eu sentia, de todo o meu amor e paz que tinha. E cá estou eu, voltando a realidade, e com os sentimentos a flor da pele.       

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Não sei lidar com as pessoas. Até tento, mas definitivamente não consigo. Me desgasta, me da preguiça, não quero desperdiçar meus únicos neurônios com pessoas que não merece. As vezes, eu paro e fico a pensar que, a sorte das pessoas é que eu não tenho um revolver, caso contrario, muita gente morreria. Depois volto atrás e repenso, "Não, nada disso. Tem gente que não vale um tiro na cara!".  

domingo, 21 de agosto de 2011



Ando paranoica ultimamente. Intensas são as alegrias e as infelicidades que ando sentindo, principalmente as infelicidades. Meu Deus, vou até o auge do meu próprio poço, logo em seguida vejo flores e agradeço o quão bonito é o mundo e que as pessoas tem algo bom em suas almas. "Não, não é bem isso" penso, depois de cair frivolamente na cova que preparei para mim mesma, ai eu chingo, grito, e jogo na cara o quanto o mundo é injusto, o quanto as pessoas me rasga. E depois se inicia o mesmo ciclo, a ápice de todos o meus sentimentos. Estou em crise. 


domingo, 14 de agosto de 2011



Me ausentei por um tempo. Fuji daqui, fuji da li. Talvez, fuji de mim.

                                      

quinta-feira, 21 de julho de 2011



E quem tem Deus no coração sabe que não a mal que vingue, nem inveja que maltrate, nem inimigos. Por que pra todo mal, há cura.
                                                             (Caio Fernando Abreu)

segunda-feira, 18 de julho de 2011




Eu perdi um pouco dessa coisa de humildade. Aprendi uma coisa que a análise me ajudou - a aceitar a minha grandeza, a aceitar o fato de ser bom. Porque te dá um medo filho da puta: ser feliz, medo de amar, medo de ser bom. Tudo que faz bem pra gente, a gente tem medo. E eu tô tranquilo, porque ocupei meu lugar e ninguém tasca mais. Foi o que sempre quis, era meu sonho. 

                                           (Cazuza)

quinta-feira, 14 de julho de 2011


Entenda que eu sou como um gato, variável , inconstante, mas sempre honesto: uma vez que se sabe lidar com ele é garantia de carinho e apego eterno.

                                                                                    (Pitty)