sábado, 22 de março de 2014


Eu te amei desde o começo dos tempos. Te amei desde os primórdios da velha Andressa até o começo do meu novo eu. Te amei, te amo e te amarei. Simples, doloroso e real. Minhas palavras nunca foram vazias, elas são tudo que tenho, merda. Por favor, não me chame de dissimulada, não diga que não passei de uma mentira. Seu amor não foi o suficiente para acompanhar a minha metamorfose e nem o meu para te dar o perdão. O orgulho criou morada como uma erva daninha e sufocou todo sentimento bonito reduzindo tudo em mágoas. O primeiro amor é sempre o mais injusto, menina. Todos os outros serão apenas os outros e só.   

Um comentário:

  1. Escreves muito bem, Andressa. Não pare. Mesmo

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